Brasil pode transformar o 'powershoring' em vantagem competitiva com energia limpa, aponta estudo
Estudo revela que o Brasil tem condições de liderar o 'powershoring' ao combinar abundante energia renovável e incentivos fiscais, atraindo fábricas de alta tecnologia. Lide O Brasil tem potencial para se tornar um polo de powershoring – produção descentralizada alimentada por energia limpa – ao combinar 173 GW de capacidade renovável já instalada, incentivos fiscais de até 25% e custos de geração que chegam a US$ 30/MWh, segundo estudo publicado em junho de 2026 pela Associação Brasileira de Energia Renovável (ABER). Contexto global Nos últimos cinco anos, a tendência de "nearshoring" evoluiu para powershoring , onde empresas escolhem locais de produção não apenas pela proximidade ao mercado, mas também pela disponibilidade de energia limpa a preço competitivo. Na Europa, a Alemanha já investiu € 12 bilhões em hidrogênio verde para abastecer fábricas de semicondutores, enquanto a Coreia do Sul anunciou um plano de US$ 8 bilhões para alimentar data centers com ener...